Na manhã de, 18/07/2016, os policiais civis Marcio, Marco Aurélio e Renato, na presença do Delegado de Polícia Thiago Latorre Costa, ao apurarem denúncia de possível crime de lesão corporal e tortura em desfavor da vítima S. S. S., menor de idade, em tese praticado por GUSTAVO VINICIUS DE OLIVEIRA BERNARDINO, seu companheiro, flagrou em poder dele, diversos CDs e DVDs falsificados (piratas), os quais estavam expostos a venda, em três pontos, no Bairro Pedrolina, em frente ao supermercado Para Todos, o qual foi preso em flagrante. Foi aberto Inquérito Policial na DEAM-Shego para apurar denúncia de lesão corporal e tortura. Segundo informações o casal veio de São Paulo e estava neste município há cerca de 06 meses.
Um homem de 28 anos foi agredido por pelo menos 10 pessoas por ser suspeito de furtar uma residência e tentar invadir outra, na quinta-feira (22), em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Câmeras de segurança registraram um dos crimes. O rapaz, que sofreu ferimentos na cabeça, foi preso pela Polícia Militar e levado para a delegacia da cidade.
Após a mulher mexer no interfone, o homem se abaixa e força a abertura do portão eletrônico. Em seguida, ele entra, furta objetos e deixa o local correndo. Toda ação durou aproximadamente 15 minutos.
No momento em que um amigo da família que morador da casa assaltada passa de carro pelo local, percebe a ação e persegue o suspeito, mas não consegue alcança-lo.
Depois de furtar a primeira residência o suspeito tentou entrar em outra casa, mas levou um choque na cerca elétrica e caiu do muro. Ao tentar fugir, foi perseguido pelos moradores até um terreno baldio, onde foi agredido por populares com socos, pedradas e chutes. Um vídeo feito no local mostra o homem caído, com o rosto ensanguentado e gritando de dor.
Segundo a polícia, pelo menos 10 pessoas estão envolvidas na agressão. “Chegando no local, a população saiu correndo e deixaram esse indivíduo caído no chão no lote baldio. Lá nós constatamos que se tratava de um indivíduo muito conhecido no meio do crime e, com ele, vários objetos que ele tinha furtado na região”, disse o sargento da PM, Edson Soares.
Suspeito foi encontrado caído em terreno com o rosto ensanguentado (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Fonte/Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
Segundo parentes, a vítima tinha dívida de cerca de R$ 8 mil com agiotas. Homens se passaram por clientes de distribuidora e sequestraram homem.
A Polícia Militar encontrou nesta terça-feira (21) o corpo de um comerciante de 49 anos em uma estrada vicinal da GO-437, próximo ao município de Gameleira de Goiás, a 95 km de Goiânia. A vítima estava desaparecida, segundo familiares, desde a noite de segunda-feira (20), quando foi sequestrado por homens em seu comércio. A polícia ainda não tem pistas dos suspeitos.
O homem morava no mesmo local em que tinha uma distribuidora de água e gás, emTerezópolis de Goiás, na Região Metropolitana. Segundo o enteado da vítima, que não quis se identificar, a noite do desaparecimento, homens chegaram ao comércio com a desculpa de querer comprar um botijão de gás. Quando ao comerciante apareceu, foi imobilizada e colocada dentro do carro.Segundo os familiares, a vítima tinha uma dívida de aproximadamente R$ 8 mil comagiotaspara pagar otratamentocontra do câncer da esposa. Segundo a esposa, que também não quis se identificar, o casal tentou um empréstimo do banco, mas diante da demora em conseguir a liberação do dinheiro, decidiram recorrer a terceiros.
"A gente não tinha condições, porque, infelizmente, nós falimos. Aí uma pessoa ligou para o meu esposo e falou que queria receber. Ele disse que não tinha condições no momento", disse a mulher.
O corpo foi encontrado na estrada vicinal com marcas de balas. A família teme que os criminosos possam voltar à casa e matar outro parente. “Quando eles levaram meu marido, perguntaram de mim. Estou com medo deles voltarem”, disse a esposa da vítima.
O caso foi registrado na delegacia de Anápolis, mas será encaminhado na quarta-feira (22), para a delegacia de Goianápolis, responsável pela região onde aconteceu o crime, onde será investigado.
Menino de 1 ano teve queimaduras em 63% do corpo durante festa, em GO. Ele aguardou 11 dias para receber tratamento especializado na rede pública.
Davi teve 63% do corpo queimadoem um churrasco (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Morreu na noite de domingo (29) o bebê Davi Lima da Silva, de 1 ano e dez meses, que teve 63% do corpo queimado durante um churrasco em Rio Verde, no sudoeste goiano, há 21 dias. Atualmente, o menino estava internado no Hospital de Queimaduras, em Goiânia.
A unidade de saúde que não está autorizada a passar informações sobre a causa da morte do menino. No entanto, segundo o pai do bebê, o auxiliar de pedreiro Dielson Lima dos Santos, o filho sofreu uma falência múltipla de órgãos. “Como a queimadura era muito grave, prejudicou o coração e o pulmão dele”, .
O corpo da criança deve chegar no final da manhã à cidade do interior. O velório ocorrerá na casa da família. Ainda não há horário definido para o sepultamento.
O pai conta que a família acreditava na recuperação de Davi. “A gente não esperava, estávamos com esperança de ele sobreviver, mas não deu”, lamenta.
De acordo com o pedreiro, Davi era o único filho do casal. “Estamos chocados, não é fácil receber uma notícia dessa não. Vamos tentar superar”, disse o pai.
Luta por atendimento
O bebê se queimou com a água quente de uma churrasqueira elétrica no último dia 8 de março. Ele teve queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus.
Inicialmente, Davi foi encaminhado para o hospital municipal de Rio Verde. No dia seguinte, o transferiram para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Hospital de Urgências do Sudoeste (Hurso), em Santa Helena de Goiás.
A unidade não tem atendimento especializado para queimaduras. Por isso, o diretor técnico do Hurso, Otávio Branchini, pediu que o paciente fosse transferido para um hospital com atendimento adequado. A transferência para Goiânia ocorreu apenas 11 dias depois, em 19 de março.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou, em nota, que “fez todo esforço para captação de leito especializado para a criança” e que lamenta a morte de Davi. “De imediato não foi possível encaminhamento para unidade de referência em queimadura, mas assim que possível houve remanejamento de paciente de UTI para atender o Davi”, informa o texto.
Menino estava às margens da água e teve um mau súbito, afirma bombeiro.
Corpo foi resgatado há três metros de profundidade, neste domingo.
Menino cai em barragem em Flores de Goiás (Foto: Reprodução/ Corpo de Bombeiros)
Um menino de 11 anos morreu ao cair em uma barragem do Rio Prainha, na zona rural de Flores de Goiás, no nordeste goiano. Após uma hora de buscas, uma equipe do Corpo de Bombeiros encontrou, na madrugada deste domingo (22), o corpo do garoto próximo ao local da queda, há três metros de profundidade.
O acidente ocorreu às 23h30 de sábado (21). A equipe de resgate chegou ao local por volta da 1h e, uma hora depois, achou o menino.
A criança estava acampada no local com o pai e outros dois familiares. Os parentes informaram ao bombeiros que a vítima estava nas proximidades da fogueira quando saiu para pescar às margens da barragem. Em seguida, o menino passou mal e caiu na água
Segundo os bombeiros, ao que tudo indica, o afogamento foi a causa da morte. No entanto, apenas a perícia do Intituto Médico Legal vai comprovar se o garoto morreu antes da queda ou em decorrência do afogamento. O menino ia completar 12 anos no próximo dia 26.
Segundo delegado, pelo menos 20 vítimas reconheceram o suspeito. Todos são meninos entre 12 e 16 anos; docente segue preso em Inhumas.
Professor trocava mensagens na web com vítimas (Foto: Reprodução/ Polícia Civil)
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava o envolvimento de um professor de educação física de 52 anos com o crime de pedofilia em Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia. No documento, entregue à Justiça, o delegado Humberto Teófilo indiciou o docente por seis crimes, dos quais apenas um não é relacionado à pornografia infantil.
O delegado explicou que durante a investigação foram identificadas mais de 20 vítimas. Todas elas são meninos com idades entre 12 e 16 anos. "A maioria deles fazia escolinha de futebol em frente a casa dele", afirmou. Para atrair os adolescentes, ele oferecida presentes e dinheiro.
Mais de 70 crianças foram ouvidas no inquérito. De acordo com Teófilo, pelo menos 80% delas, apesar de não ter sido violentada, sabia que o
Ele foi detido no dia último dia (9), na casa onde morava. Fotos, vídeos e mensagens trocadas com menores foram flagrados no notebook e no celular apreendidos no local. Segundo a polícia, ele estava O inquérito foi finalizado na última segunda-feira (19). O docente foi indiciado por estupro de vulnerável, exploração sexual de menores, pornografia infantil, corrupção de menores, praticar relação sexual na frente de menores e por posse ilegal de arma de fogo, pois foi encontrado uma arma em sua residência no momento do flagrante.
Ele segue detido na Unidade Prisional de Inhumas. Se condenado, ele pode pegar mais de 30 anos de detenção.
Rede social Na época da prisão, o delegado informou que o suspeito mantinha contato com as vítimas que conhecia por mensagens em rede social. Em uma delas, ele diz ao menino: "Quero dar agora à noite, tem como?". O menino responde: "Hoje não, minha mãe está aqui".
O secretário de Educação de Inhumas, Charles Rodrigues Nascimento, informou aoG1, também na ocasião da prisão, que o professor trabalhava há 20 anos na rede municipal e não havia reclamações em seu desfavor. No entanto, após a prisão do servidor, ele foi afastado de suas funções até o fim do processo.atuando na área administrativa.
Nova determinação é expedida menos de 24h após suspeito deixar a cadeia. Marcelo 'Olhos Verdes' chefiava quadrilha com bens avaliados em R$ 80 milhões .
Menos de 24 horas após determinar a soltura do Marcelo Gomes de Oliveira, apontado pela polícia como o maior traficante de drogas de Goiás, o Tribunal de Justiça (TJ-GO) ordenou que ele seja novamente preso em cumprimento a um mandado pelo crime de roubo agravado por lesão corporal grave. Conhecido como "Marcelo Olhos Verdes”, ele é acusado de chefiar uma quadrilha que ostentava bens de luxo avaliados em R$ 80 milhões.
A ordem foi expedida pela juíza Wanessa Resende Fuso, da 2ª Vara de Execução Penal de Goiânia. No documento, ela diz que já oficializou os órgãos competentes para efetivar a prisão. O titular da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc) informou que ainda não recebeu a notificação, mas que já está à procura do foragido.
Marcelo deixou a Penitenciária Odenir Guimarães (POG), em Aparecida de Goiânia, por volta das 22h de terça-feira (20). Ele estava acompanhado de um casal. Caso seja novamente capturado, ele terá que voltar para o mesmo presídio, onde estava desde maio do ano passado em uma cela de segurança máxima.
O alvará de soltura foi assinado pelo juiz federal da 11ª Vara da Sessão Judiciária de Goiás, Leão Aparecido Alves. O motivo não é especificado no documento, mas, segundo o site do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a decisão foi relacionada a um processo por tráfico de drogas. Já no site do Tribunal de Justiça de Goiás, o processo é dado com baixado. O homem responde ainda a outros dois processos, sendo um deles por roubo.
À TV Anhanguera, o magistrado disse que no processo da Justiça Federal em Goiânia, foi determinada a condenação do réu. Porém, Marcelo recorreu ao Tribunal Regional Federal (TRF), em Brasília, que concedeu a soltura. Alves afirmou que apenas cumpriu a determinação do TRF.
Prisão
Marcelo foi detido em uma mansão no Distrito Federal, durante a Operação Esmeralda da Polícia Civil, que prendeu outras 14 pessoas.
Marcelo 'Olhos Verdes' é tido como mairo traficante de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
De acordo com a polícia, a quadrilha era proprietária de duas fazendas com mais de 7 mil hectares, 1,5 mil cabeças de gado e sedes luxuosas. Na operação também foram apreendidas joias, 22 veículos nacionais e importados e 900 quilos de pasta-base de cocaína. Além disso, o líder do grupo era dono de um posto de combustíveis e tinha participação em uma casa de câmbio que, segundo os investigadores, fornecia dólares para o esquema.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, em 2000, Marcelo foi condenado a 21 anos de prisão por latrocínio, mas após cerca de três anos teve progressão de pena ao regime semiaberto e foragiu. Ele voltou a ser preso em 2007 por tráfico de drogas, mas conseguiu liberdade provisória.
Na ocasião, ele utilizava o nome falso de Marcelo Gomes de Aguiar. Segundo a polícia, em 2001 o traficante passou a usar o nome de José Marcelo Rodrigues de Morais. Por fim, em 2013, protocolou uma ação de retificação de nome na comarca de Aruanã, solicitando o acréscimo do prenome “José” ao seu nome verdadeiro.
Uma indígena moradora dos Andes, muito cansada chegou ao hospital de Pisco, no Peru com sua pequena e tímida filha, com menos de um metro de altura e um enorme abdômen. Apontando para a criança que estava assustada a mulher implorou para o cirurgião Geraldo Lozada exorcizar os maus espíritos que a haviam possuído. Certo de que a pequena Lina Medina tinha um tumor abdominal, o Dr. Geraldo a examinou e tomou o maior susto de sua vida quando descobriu que ela estava grávida de oito meses.O Dr. Geraldo a levou para Lima, antes de efetuar qualquer procedimento cirúrgico, para que outros especialistas pudessem confirmar se Lina estava realmente grávida. Um mês e meio depois, em 14 de maio de 1939, ela deu à luz a um menino através de cesárea, que foi necessária devido à pequena pélvis da menina.
A cirurgia foi efetuada pelo próprio Dr. Geraldo e Dr. Busalleu, com anestesia realizada pelo Dr. Colretta. O seu caso foi relatado em detalhes pelo Dr. Edmundo Escomel para La Presse Medicale, junto com detalhes adicionais de que sua primeira menstruação havia ocorrido quando ela tinha apenas 8 meses de vida e que ela teve desenvolvimento prematuro dos seios aos quatro anos de idade.
Quando completou cinco anos já apresentava alargamento da pélvis e maturação avançada dos ossos. Engravidou com a idade de quatro anos e oito meses.Seu filho nasceu com 2,7 kg e recebeu o nome Geraldo, em homenagem ao seu médico. O menino foi criado acreditando que Lina seria sua irmã, mas descobriu a verdade quando tinha dez anos de idade. Ele cresceu saudável, mas morreu em 1979 aos 40 anos de uma doença óssea.Lina Medina nunca revelou quem era o pai da criança ou as circunstâncias de como havia engravidado. O Dr. Escomel sugeriu que ela possivelmente não sabia ao escrever que Lina “não podia dar respostas precisas”. O pai de Lina foi preso por suspeita de estupro e incesto, mas foi solto por falta de evidências. Lina casou-se com Raúl Jurado que foi o pai de seu segundo filho em 1972. Eles vivem em um bairro pobre de Lima conhecido como Chicago Chico (Pequena Chicago). Ela recusou-se de dar entrevista à Reuters em 2002.
Lina e seu marido!!!
Os avôs recusaram uma oferta de viajarpara ser exibidos na Feira Mundial de Nova York (com despesas pagas e 4000 dólares por mês). Mas aceitaram outra oferta de 5000 dólares de um empresário americano para que mãe e filho viajassem para ser pesquisados por cientistas dos EUA(a proposta incluía um fundo que garantiria seu bem-estar pelo resto da vida). Mas o governo peruano decretou que Lina e seu filho estavam em “perigo moral” e decidiu criar uma comissão especial para protegê-la. Em poucos meses abandonaram o caso e Lina nunca recebeu um centavo.
Depois de 12 anos afastados, a jovem americana e seu pai se conheceram e passaram uma semana juntos - tempo suficiente para, segundo ela, se apaixonarem e terem a sua primeira relação sexual. Quase dois anos depois, eles planejam se casar e ter filhos biológicos
Na década de 80, Barbara Gonyo, fundadora de um grupo de apoio a crianças adotadas que tiveram a chance de conhecer os pais biológicos, cunhou o termo “Atração Sexual Genética” (GSA - sigla em inglês). Segundo ela, ele diz respeito aos intensos sentimentos amorosos e sexuais observados nas reuniões de reaproximação. Em entrevista ao The Guardian, contou que este sentimento tabu ocorre em 50% dos casos em que parentes afastados se reencontram na fase adulta. É exatamente esta a realidade vivida por uma garota americana de 18 anos.
Em entrevista à The New York Magazine, a jovem da região dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos, deu todos os detalhes do relacionamento de dois anos com o seu pai biológico, que ela conheceu 12 anos depois de completo afastamento. Um relato bastante perturbador.
Nos dois primeiros anos de vida, ela foi criada pelos avós por conta do descontrole da progenitora e teve um breve contato com seu pai entre os 3 e 5 anos de idade.Mas os encontros eram sempre conturbados e marcados por discussões do ex-casal. Logo, as visitas cessaram.Os pais da menina se conheceram no colégio, aos 18 anos, e a conceberam na noite da festa de formatura. Eles tinham um relacionamento sério há seis meses, mas romperam durante a gravidez. “Eu acho que os problemas psicológicos da minha mãe contribuíram para que a relação não funcionasse. Ela sofre de bipolaridade e outros problemas mentais”, disse. “Eles não eram felizes e não mantiveram o contato depois do meu nascimento.”
“Quando eu tinha uns 15 anos, ele escreveu para a minha mãe dizendo que gostaria de me ver. Eu disse que sentia falta dele e não me importaria em encontrá-lo. Ela me perguntou como eu poderia sentir saudades de alguém que eu mal conhecia, que eu não via há muito tempo. Mas a minha carência era de uma figura paterna.” Segundo a jovem, a mãe sempre se relacionou com os caras errados e ela nunca conseguiu se sentir próxima dos padrastos.
Até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”
Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços.A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”O contato seguiu via internet e eles descobriram vários gostos em comum. Se encontraram uma semana depois. Passaram o dia todo abraçados. “Descobrimos que somos muito parecidos.” Foi aí que a menina pediu para passar uma semana com ele, que morava cerca de 30 minutos de distância da sua casa. “Acho que minha mãe sabia que eu iria me mudar. Chegamos a um ponto onde eu precisava escapar, ela era muito controladora.”
Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.”
Ela conta que nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e a relação não vingou.
No depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época.A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceita como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.“Há uma razão para eu ter perdido a virgindade com ele - eu nunca me senti confortável com outro homem. Foi incrivelmente sensual. Nós dois tivermos orgasmos”, relatou, acrescentando que em nenhum momento foi coagida ou sentiu estranheza. “Foi natural. Não foi um tabu. Senti como se estivesse fazendo amor com um homem com quem eu estava junto há anos.”
Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para Nova Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que mudarmos, vou contar a todo mundo.”
O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”
Mas ela admite que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”
Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não atrapalha em nada. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.”
Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer. Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”
Denunciado por vizinhos, frentista foi autuado em flagrante por maus-tratos. Animais foram atendidos em clínica veterinária de Rio Verde, GO.
Um frentista de 46 anos é suspeito de maltratar suas duas cachorras, em Rio Verde, no sudoeste goiano. De acordo com a polícia, uma delas chegou a ter pata quebrada ao ser espancada.
O flagrante ocorreu no domingo (14), após vizinhos denunciaram o
suspeito para uma Organização Não Governamental (ONG) de proteção aos
animais. Um dos integrantes do movimento, o auxiliar contábil Werner
Rocha foi ao local, confirmou a situação a acionou a polícia, no mesmo
dia.
Ao flagrar a situação, os policiais encaminharam o frentista à
delegacia. Ele foi autuado pelo crime de maus-tratos e, em seguida,
liberado.
“Nós imaginamos que a legislação deve endurecer nesse sentido, uma vez
que é um crime grave que deve ter uma reprimenda mais acentuada, mas,
atualmente, a nossa legislação tem como pena a esse crime praticado até
um ano de reclusão”, disse o delegado responsável pelo caso, Danilo
Fabiano Carvalho Oliveira.
As cadelas foram levadas a uma clínica veterinária. Para o veterinário
responsável pelo atendimento, Alberto Guerra de Morais, não há dúvida de
que elas eram maltratadas. “Você nota isso quando o animal fica muito
apegado até com pessoas estranhas, porque realmente estava tendo
maus-tratos”, disse. Ele não soube precisar a idade delas.
Por enquanto, as cadelas não vão voltar para o dono. Elas estão à disposição da Justiça e podem ser encaminhadas para adoção.
Cachorra está com a pata quebrada após agressão em Rio Verde (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera)
Vítima estava aguardando no pátio da empresa para descarregar caminhão. Motoristas reclamam de insegurança no local: 'Não tem nenhuma placa'.
Um caminhoneiro de 43 anos morreu atropelado por uma pá carregadeira em
uma indústria de fertilizantes em Jataí, no sudoeste de Goiás.
Testemunhas disseram que o operador da máquina foi realizar uma manobra e
não viu vítima próxima ao alambrado. Empresa não quis se pronunciar
sobre o assunto.
A vítima aguardava no pátio da empresa para descarregar o caminhão
quando foi atropelado pela máquina. Os trabalhadores informaram que a pá
estava suspensa na hora da manobra, o que impossibilitou a visão do
operador. O caminhoneiro foi atingido pelas costas e morreu no local.
O corpo só foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) duas horas
depois do acidente. A área foi isolada para perícia. O acidente causou
revolta nos demais motoristas, que reclamam de insegurança no local.
O motorista Wilson Biesek, que presta serviço para a indústria desde
2004, diz que as condições de trabalho são precárias. “Olha se tem uma
placa de sinalização por aqui? De 20 km/h, de entrada e saída, não tem
nenhuma placa”, reclama.
Testemunhas disseram que operador não viu a vítima durante manobra (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Segundo o Ministério da Saúde, é confirmado o primeiro caso de Febre do Nilo no Brasil
O Ministério da Saúde (MS) declarou que foi confirmado o primeiro caso
de Febre do Nilo no País. A doença foi registrada no Pauí e foi
contraída por um trabalhador da zona rural. Segundo o MS, o diagnóstico
ocorreu no último dia 28. Para constatar a doença, foram realizados
"dois exames sorológicos com reagente para o vírus do Nilo Ocidental-VNO
(IH e ELISA)", informa o órgão.
O Ministério da Saúde classificou o caso como um "evento
isolado". O paciente ficou internado e já recebeu alta. Ele deve passar
por sessões de fisioterapia para se recuperar. Outros quatro casos com
suspeitas da doença foram descartados. "Cabe ressaltar que o caso se
trata de evento isolado, sem identificação de cadeia de transmissão e
que passa por investigação detalhada para que se busque esclarecer a
maneira de transmissão", apontou.
Foto: Reprodução
A doença é transmitida por meio da picada de mosquitos e,
segundo o MS, "80% dos casos não apresentam sintomas". Já em 20% dos
casos, a pessoa contaminada pelo vírus apresenta febre, fadiga, dores de
cabeça, musculares e nas articulações. Ainda de acordo com o MS, 1% dos
casos apresenta sintomas graves, que, nesse caso, acometem geralmente
pessoas idosas.
Entre os sintomas graves estão febre alta, rigidez na nuca,
desorientação, tremores, fraqueza muscular e paralisia, em alguns casos
ainda podem ocorrer encefalite ou meningite.
Ainda não existe medicação ou vacina contra a doença. "Não
existe tratamento específico para a Febre do Nilo. O tratamento do
paciente infectado é de suporte e envolve hospitalização, reposição
intravenosa de fluidos, suporte respiratório e prevenção de infecções
secundárias", destaca o Ministério da Saúde.
Objetivo é comparar com material coletado da garota que fez a denúncia. Vereador e mais quatro estão presos e devem depor à polícia, em Indiara.
Suspeitos estão presos na cadeia de Indiara (Foto: Luísa Gomes/G1)
A Polícia Civil marcou para terça-feira (9) o depoimento dos cinco suspeitos de participação em um estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos emIndiara, a 100 km de Goiânia. O delegado que comanda a investigação, Queops Barreto, afirma que vai solicitar na ocasião que os suspeitos doem material genético para comparar com o coletado na garota após a denúncia.
Dentre os suspeitos estão o vereador e vice-presidente da Câmara Municipal, Jean de Castro (DEM), e o irmão dele, o comerciante Jean de Castro, com quem a garota teve um relacionamento amoroso e agora disse estar namorando. Eles foram presos preventivamente na sexta-feira (5) porque, segundo o delegado, “tumultuavam” a investigação. O advogado dos suspeitos, Danilo Vasconcelos, afirma que já pediu a soltura deles, mas, como o pedido ainda não foi analisado, os seus clientes seguem detidos na Cadeia Pública de Indiara.
O depoimento do grupo já foi agendado e remarcado outras vezes desde o início da investigação, no último dia 10 de novembro. O último agendamento havia sido feito para terça-feira (2), mas na ocasião a menor foi até a delegacia e disse que queria mudar sua versão, pedindo o fim do inquérito.
De acordo com o delegado, um laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) comprovou que a garota teve relações sexuais com mais de uma pessoa no dia do suposto crime e que foi violentada.
“Comprovou que houve os atos sexuais com a adolescente, que teve mais de uma pessoa praticando esses atos sexuais e que para a prática desses atos houve a ação de violência”, diz Barreto. O delegado afirma que pretende encerrar a investigação ainda nesta semana.
Crime Inicialmente, a menor afirmou que foi violentada em uma festa na casa do atual namorado, que é irmão do vereador Jean de Castro, no dia 9 de novembro. Na época, a adolescente afirmou que, enquanto mantinha relação sexual com Leandro em um dos quartos da residência onde ocorria a festa, os outros quatro homens entraram e a abusaram sexualmente.“Eles me morderam, me bateu de chinelo, me deu tapa (sic)”, contou a jovem.
Menor chegou à delegacia acompanhada de suspeito (Foto: Vitor Santana/G1)
Ela afirmou que o vereador ficou com medo de ser flagrado pela namorada durante o ato e disse acreditar que o estupro já tinha sido planejado pelos suspeitos porque eles falavam entre si sobre “seguir um esquema” durante o evento. Na ocasião, a jovem relatou ter sofrido mudanças drásticas na rotina após ter denunciado o caso.
“Eu não estou nem saindo de casa por causa disso, nem de dia eu estou saindo. Saio daqui só acompanhada com o Conselho [Tutelar]. Eu não estou fazendo mais nada do que costumava fazer”, contou.
Namoro Após denunciar o caso, a menor foi até a delegacia na última terça-feira (2) e prestou um novo depoimento, mudando sua versão inicial. Desta vez, ela afirmou que não foi violentada, que foi pressionada a relatar o crime e que agiu por ciúme. Ao chegar para ser ouvida, ela estava acompanhada de Leandro, um dos cinco suspeitos.
De acordo com a nova versão, não houve estupro. "A gente sempre foi amigo, sempre conversamos. Essa questão aí [denúncia] foi só ciúme meu mesmo", disse a adolescente. Ainda segundo a garota, ela foi pressionada a denunciar a existência de um abuso, mas se recusou a dizer quem a teria coagido e o motivo.
Adolescente de 17 anos denunciou ter sido vítima de estupro coletivo (Foto: Sílvio Túlio/G1)Fonte/G1-GO
Leonardo Resende passou mal ao sair do apartamento onde morava. Segundo amigo da família, ele sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.
Leonardo morreu aos 28 anos, em Goiânia (Foto: Arquivo pessoal)
Morreu na manhã desta segunda-feira (8) o engenheiro civil Leonardo Menezes Resende, de 28 anos, filho de Odair Resende, prefeito de Quirinópolis, no sul de Goiás. De acordo com o secretário de Administração do município, Vitor Mesquita Neto, o rapaz teve uma parada cardíaca quando saía do apartamento onde morava, em Goiânia.
"Ele esteve em uma festa no sábado [6]. Depois, voltou para casa e, quando estava saindo para fazer uma atividade física ontem [domingo, 7], acabou passando mal dentro do elevador. O porteiro conseguiu chamar socorro e ele foi levado para o hospital e ficou internado, mas não resistiu", disse Vitor .
O secretário afirmou que Leonardo era solteiro e morava sozinho em um prédio no Setor Sul, na capital. Por conta do ocorrido, a prefeitura de Quirinópolis decretou luto oficial por três dias e ponto facultativo nesta segunda-feira.
O corpo de Leonardo está sendo velado no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. O sepultamento está previsto para ocorrer às 19h, no mesmo local.